Hoje( 15/04)já está disponivel os contracheques aos servidores militares do estado , e pagamento da folha suplementar será paga amanhã 16/04 conforme informação do Sr Cmt Geral da BM Cel Trindade .
Leivas
quinta-feira, 15 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
IBCM RECEBEU MEDALHA CIDADE DE PORTO ALEGRE
Fonte : IBCM
COMENTARIO DESTE BLOGUISTA E COLABORADOR DA IBCM EM CAÇAPAVA DO SUL . Parabéns a nossa IBCM pelo reconhecimento que recebeu na cidade de Porto Alegre ,é com satisfação que todos nós que trabalhamos em prol dessa Instituição nos sentimos também homenageados, através da entrega da Medalha da Cidade de Porto Alegre ao nosso Presidente da IBCM DANIEL LOPES DOS SANTOS ,e que cada vez mais nos alavanca a seguirmos trabalhando pelo bem estar dos nossos colegas da nossa Brigada Militar .
terça-feira, 13 de abril de 2010
Folha suplementar da BM será paga no dia 16 de Abril de 2010
12/04/2010
Amanhã (terça-feira), estaremos publicando na intranet da Brigada Militar:
No post de 01 de abril anunciei que o Estado do Rio Grande do Sul faria o pagamento da folha suplementar dia 19 de abril.
Hoje estive reunido com o Secretário da Fazenda e com o Diretor da Despesa Pública, ajustando o pagamento para o dia 16 de abril (sexta-feira)
Em decorrência da recente legislação salarial esta folha suplementar foi estruturada da seguinte forma:
Soldados a Capitães fazem jus à diferença entre o recebido da folha de março e a nova previsão legal. (diferença se refere exclusivamente ao mês de março);
Majores a Coroneis receberão a diferença entre o recebido da folha de março e a nova previsão legal. (diferença se refere exclusivamente ao mês de março), acrescido da primeira parcela da retroatividade dos 19,9% relativos à Lei Brito.
segunda parcela da retroatividade: na folha de abril de 2010;
terceira parcela da retroatividade: na folha de maio de 2010;
quarta parcela da retroatividade: na folha de junho de 2010;
quinta parcela da retroatividade: na folha de julho de 2010.
sexta parcelada da retroatividade: na folha de agosto de 2010.
Postado por Cel Trindade - Cmt Geral da BM.
Blog : Cel TRINDADE
Amanhã (terça-feira), estaremos publicando na intranet da Brigada Militar:
No post de 01 de abril anunciei que o Estado do Rio Grande do Sul faria o pagamento da folha suplementar dia 19 de abril.
Hoje estive reunido com o Secretário da Fazenda e com o Diretor da Despesa Pública, ajustando o pagamento para o dia 16 de abril (sexta-feira)
Em decorrência da recente legislação salarial esta folha suplementar foi estruturada da seguinte forma:
Soldados a Capitães fazem jus à diferença entre o recebido da folha de março e a nova previsão legal. (diferença se refere exclusivamente ao mês de março);
Majores a Coroneis receberão a diferença entre o recebido da folha de março e a nova previsão legal. (diferença se refere exclusivamente ao mês de março), acrescido da primeira parcela da retroatividade dos 19,9% relativos à Lei Brito.
segunda parcela da retroatividade: na folha de abril de 2010;
terceira parcela da retroatividade: na folha de maio de 2010;
quarta parcela da retroatividade: na folha de junho de 2010;
quinta parcela da retroatividade: na folha de julho de 2010.
sexta parcelada da retroatividade: na folha de agosto de 2010.
Postado por Cel Trindade - Cmt Geral da BM.
Blog : Cel TRINDADE
sábado, 10 de abril de 2010
Dep Michel Temer promete reunião sobre PEC 300 na próxima semana

A pressão de policiais e bombeiros aliada à crescente obstrução de deputados produziram resultado. Diante do pedido de dezenas de deputados, o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), prometeu convocar uma reunião com os líderes na próxima semana para decidir a inclusão da PEC 300 na pauta.
“Naturalmente conversarei com os líderes para trazê-la a plenário”, afirmou Temer, em resposta ao deputado Paes de Lira (PTC-SP), que questionou a razão de a votação da matéria ter sido interrompida faltando quatro destaques. Temer explicou que não há impedimento regimental para a Casa interromper a votação de uma PEC.
Paralelamente a isso, o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) encaminhou ofício à Mesa solicitando a inclusão da PEC 300 na pauta da Casa.
A PEC cria o piso salarial provisório a policiais e bombeiros militares de R$ 3,5 mil e R$ 7 mil (praças e oficiais, respectivamente). A matéria teve seu texto-base aprovado no início de março. Contudo, para concluir o primeiro turno de votação da matéria, a Câmara precisa apreciar quatro destaques que, na prática, desconfiguram a proposta.
Depois dessa fase, a matéria terá de passar por mais um turno de votação para, a partir de então, seguir ao Senado.
Fonte : ASSTBM
quinta-feira, 8 de abril de 2010
PEC 300 CHEGOU AO SENADO

Fonte Agencia Senado
Diante de vários representantes de policiais militares e bombeiros que estiveram no Plenário na tarde desta quarta-feira (7), o senador Papaléo Paes (PSDB-AP) defendeu a aprovação da proposta que institui um piso salarial para esses profissionais. A matéria tramita na Câmara dos Deputados sob a forma da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 300/08.
- É justo que os senhores e as senhoras tenham um salário digno - afirmou ele ao se dirigir aos presentes, acrescentando que "é um pecado, por exemplo, policiais arriscarem suas vidas por salários de 800 reais".
O senador disse que acredita na aprovação da matéria na Câmara e ressaltou que, "aqui no Senado, os parlamentares votarão a favor da PEC 300".
Papaléo também manifestou seu apoio aos projetos de lei que visam beneficiar os idosos, como o texto de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS) que prevê a recomposição das perdas sofridas pelos rendimentos dos aposentados.
O discurso de Papaléo recebeu o apoio, por meio de apartes, dos senadores Romeu Tuma (PTB-SP), Mário Couto (PSDB-PA) e Paulo Paim.
Da Redação / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
100795
Fonte : ASSTBM
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Temer promete reunião sobre PEC 300 na próxima semana
07/04/2010 - 18h 18
Rodolfo Torres
A pressão de policiais e bombeiros aliada à crescente obstrução de deputados produziram resultado. Diante do pedido de dezenas de deputados, o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), prometeu convocar uma reunião com os líderes na próxima semana para decidir a inclusão da PEC 300 na pauta.
“Naturalmente conversarei com os líderes para trazê-la a plenário”, afirmou Temer, em resposta ao deputado Paes de Lira (PTC-SP), que questionou a razão de a votação da matéria ter sido interrompida faltando quatro destaques. Temer explicou que não há impedimento regimental para a Casa interromper a votação de uma PEC.
Paralelamente a isso, o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) encaminhou ofício à Mesa solicitando a inclusão da PEC 300 na pauta da Casa.
A PEC cria o piso salarial provisório a policiais e bombeiros militares de R$ 3,5 mil e R$ 7 mil (praças e oficiais, respectivamente). A matéria teve seu texto-base aprovado no início de março. Contudo, para concluir o primeiro turno de votação da matéria, a Câmara precisa apreciar quatro destaques que, na prática, desconfiguram a proposta.
Depois dessa fase, a matéria terá de passar por mais um turno de votação para, a partir de então, seguir ao Senado .
Fonte :Congressoemfoco
Rodolfo Torres
A pressão de policiais e bombeiros aliada à crescente obstrução de deputados produziram resultado. Diante do pedido de dezenas de deputados, o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), prometeu convocar uma reunião com os líderes na próxima semana para decidir a inclusão da PEC 300 na pauta.
“Naturalmente conversarei com os líderes para trazê-la a plenário”, afirmou Temer, em resposta ao deputado Paes de Lira (PTC-SP), que questionou a razão de a votação da matéria ter sido interrompida faltando quatro destaques. Temer explicou que não há impedimento regimental para a Casa interromper a votação de uma PEC.
Paralelamente a isso, o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) encaminhou ofício à Mesa solicitando a inclusão da PEC 300 na pauta da Casa.
A PEC cria o piso salarial provisório a policiais e bombeiros militares de R$ 3,5 mil e R$ 7 mil (praças e oficiais, respectivamente). A matéria teve seu texto-base aprovado no início de março. Contudo, para concluir o primeiro turno de votação da matéria, a Câmara precisa apreciar quatro destaques que, na prática, desconfiguram a proposta.
Depois dessa fase, a matéria terá de passar por mais um turno de votação para, a partir de então, seguir ao Senado .
Fonte :Congressoemfoco
Deputados cobram retomada da votação da PEC 300

Com as galerias cheias de policiais, parlamentares pediram a marcação do segundo turno do projeto que institui o piso dos PMs e bombeiros
06/04/2010 - 18h 52 - Rodolfo Torres e Fábio Góis
Deputados se revezaram no plenário da Câmara nesta terça-feira (6) cobrando a retomada da votação da PEC 300, que cria o piso salarial provisório a policiais e bombeiros militares de R$ 3,5 mil e R$ 7 mil (praças e oficiais, respectivamente). Os deputados planejam entrar em obstrução para evitar a aprovação de qualquer outro tema antes da aprecisação do projeto.
Para o deputado Major Fábio (DEM-PB), a segurança pública no país está um "caos". “Hoje, os governos estaduais e o governo federal estão perdidos. Não sabem por onde começar a discussão da segurança pública. Por isso é que nós queremos retomar a votação da PEC 300, que é uma questão de justiça. Eu me sinto um palhaço nesta Casa “, afirmou o parlamentar, em relação à demora de a Câmara concluir a votação da matéria.
“Ela não foi colocada pelas costas de ninguém... Ela veio com toda clareza e foi duramente, sofridamente, negociada”, lembra o deputado Paes de Lira (PTC-SP).
O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTC-SP) também cobrou a inclusão da matéria na pauta de votações. De acordo com seu relato, escuta-se nos bastidores que o governo quer votar a PEC 300 sem o piso salarial. “É melhor não votar. Queremos votar a PEC 300 sem história, sem conversa, sem enganação, sem enrolação.”
Por sua vez, o deputado Capitão Assunção (PSB-ES) – que chegou a convocar uma greve em prol da aprovação da PEC - lembrou dos destaques “perniciosos” apresentados à PEC por deputados governistas.
A proposta teve seu texto-base aprovado no início do mês passado. Depois disso, o governo chegou a cogitar a paralisação das votações de propostas de emenda à Constituição até as eleições de outubro. Contudo, desistiu da ideia.
Para que o primeiro turno de votação da matéria seja concluído, deputados terão de analisar quatros destaques que, na prática, desfiguram a proposta.
“Em luta”
O Congresso em Foco foi às galerias superiores do plenário para ouvir as partes interessadas na aprovação da PEC 300. Cerca de 800 pessoas – entre policiais, bombeiros, investigadores e líderes sindicais civis e militares – lotaram as dependências da Casa com faixas e bandeiras de estados como Alagoas, São Paulo, Pernambuco e Piauí.
Vindos de diversos estados, cerca de 1.600 agentes da segurança pública saíram hoje, em passeata, da Catedral de Brasília em direção ao Congresso, onde fizeram uma intensa mobilização pela aprovação da matéria. Foi o caso do tenente da PM de São Paulo Clovis de Oliveira, que disse à reportagem que seus companheiros enfrentaram dificuldade para ir a Brasília.
“Está todo mundo 'duro' aqui”, disse Clovis, que é relações públicas da Associação dos Policiais Civis, Militares e Funcionários Públicos dos Estados Federativos do Brasil (Asbra). Ele se refere ao fato de que os salários dos agentes de São Paulo ainda não foram pagos. “Viemos nos arrastando, mas viemos. Não deixamos de vir a Brasília gritar pela importância da PEC 300.”
“O policial morre mais no 'bico' do que no próprio serviço como policial”, acrescentou o tenente, que em seu cartão da Abras se apresenta como “idealizador das PECs 195/2007 e 300/2008”, lembrando que “a Câmara quis criminalizar o bico”. Clovis diz ainda que os deputados não aprovaram tal proposição por interferência do vice-presidente da República, José Alencar, que seria “totalmente a favor da PEC 300”.
O complemento de renda, popularmente conhecido como bico, também foi comentado pelo bombeiro militar de Goiás Uilliam Ribeiro da Costa. “Por que o cara lá do Acre pode morrer por 500 reais e o de Brasília não? O policial ganhando bem não precisa fazer bico ou acordo com o crime organizado”, observa o bombeiro, lembrando que a Constituição garante o “princípio da isonomia” entre as categorias dos estados.
“Nossa função é proteger. Trabalhamos com a tragédia diariamente, e não temos o tratamento merecido”, protestou Uilliam.
A mesma opinião tem a investigadora da Polícia Civil de Mato Grosso Alessandra Novaes, que usava um colete com os dizeres “Policial Civil em luta”. “[A aprovação da PEC] é uma questão de justiça e igualdade, porque uns ganham bem e outros não, sendo que o serviço é o mesmo”, disse a agente, achando graça da reportagem quando perguntada se era de Brasília. “Se eu fosse de Brasília estava ótimo, não ia nem precisar reivindicar”, completou, em referência à mais alta remuneração da categoria
.
Fonte :Congresso em foco
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