Plebiscito causa polêmica em quartéis da corporação.
As discussões sobre os reajustes dos servidores da Brigada Militar deixam o clima tenso nos quartéis do Estado. E um novo capítulo desta disputa começou hoje com a realização de uma consulta a todos os PMs do Rio Grande do Sul.
Os policiais de nível médio acusam os oficiais de pressionarem para que todos respondam a pesquisa elaborada pelo comando-geral, que busca saber qual a posição de cada um sobre as propostas do governo.
Os brigadianos de folga e até mesmo os que estão de férias, mas permaneceram nas cidades onde estão lotados, foram chamados para se posicionar sobre o assunto.
O soldado de Uruguaiana, José Clemente, afirma que os colegas do Interior estão com medo de se manifestar contra a posição do comando, já que as respostas só serão válidas se o PM se identificar.
— As unidades da Brigada em todo o Estado estão recebendo a mensagem dia e-mail para que se faça uma pesquisa, mas não é pesquisa. É uma imposição de coleta de assinaturas para que digamos que estamos de acordo com o reajuste. Nenhum de nós quer assinar o documento, mas a maneira como ele está sendo colocado e como os comandos se dirigem é ameaçadora. Estamos sofrendo uma tortura psicológica por parte do comando — reclama.
A Associação dos Cabos e Soldados da Brigada Militar está no Ministério Público Militar para entrar com representação contra o comandante-geral, coronel João Carlos Trindade, que cobra um posicionamento dos policiais. A reportagem não foi atendida pelo coronel. O comandante da Região Sul, coronel Francisco Valle, nega que os policias estejam sendo coagidos, mas ressalta que omissões não serão aceita.
— Nós estamos informando aos comandantes que divulguem nas unidades para que o pessoal da ativa ou da reserva venha, leia a mensagem e se manifeste a favor ou contra. Não há coação, pelo contrário. A ordem do comandante é democrática, só não queremos omissão — defende.
A consulta foi elaborada porque o comando não considerou representativa a assembleia geral das associações que se manifestaram contra as propostas do Executivo. Os resultados das pesquisas serão enviados pelos comandantes do Interior no final da tarde.
O governo oferece um reajuste de 9% para soldados e elevação da matriz salarial. Em contrapartida, eleva para 11% a contribuição previdenciária dos PMs. Os soldados reclamam que estão sendo pressionados pois o aumento oferecido para os oficiais é de quase 20%. O impasse continua e sem perspectiva de solução para esta semana.
Fonte :Zero hora
quarta-feira, 3 de março de 2010
As discussões sobre os reajustes dos servidores da Brigada Militar deixam o clima tenso nos quartéis do Estado. E um novo capítulo desta disputa começou hoje com a realização de uma consulta a todos os PMs do Rio Grande do Sul.
Os policiais de nível médio acusam os oficiais de pressionarem para que todos respondam a pesquisa elaborada pelo comando-geral, que busca saber qual a posição de cada um sobre as propostas do governo.
Os brigadianos de folga e até mesmo os que estão de férias, mas permaneceram nas cidades onde estão lotados, foram chamados para se posicionar sobre o assunto.
O soldado de Uruguaiana, José Clemente, afirma que os colegas do Interior estão com medo de se manifestar contra a posição do comando, já que as respostas só serão válidas se o PM se identificar.
— As unidades da Brigada em todo o Estado estão recebendo a mensagem dia e-mail para que se faça uma pesquisa, mas não é pesquisa. É uma imposição de coleta de assinaturas para que digamos que estamos de acordo com o reajuste. Nenhum de nós quer assinar o documento, mas a maneira como ele está sendo colocado e como os comandos se dirigem é ameaçadora. Estamos sofrendo uma tortura psicológica por parte do comando — reclama.
A Associação dos Cabos e Soldados da Brigada Militar está no Ministério Público Militar para entrar com representação contra o comandante-geral, coronel João Carlos Trindade, que cobra um posicionamento dos policiais. A reportagem não foi atendida pelo coronel. O comandante da Região Sul, coronel Francisco Valle, nega que os policias estejam sendo coagidos, mas ressalta que omissões não serão aceita.
— Nós estamos informando aos comandantes que divulguem nas unidades para que o pessoal da ativa ou da reserva venha, leia a mensagem e se manifeste a favor ou contra. Não há coação, pelo contrário. A ordem do comandante é democrática, só não queremos omissão — defende.
A consulta foi elaborada porque o comando não considerou representativa a assembleia geral das associações que se manifestaram contra as propostas do Executivo. Os resultados das pesquisas serão enviados pelos comandantes do Interior no final da tarde.
O governo oferece um reajuste de 9% para soldados e elevação da matriz salarial. Em contrapartida, eleva para 11% a contribuição previdenciária dos PMs. Os soldados reclamam que estão sendo pressionados pois o aumento oferecido para os oficiais é de quase 20%. O impasse continua e sem perspectiva de solução para esta semana
Os policiais de nível médio acusam os oficiais de pressionarem para que todos respondam a pesquisa elaborada pelo comando-geral, que busca saber qual a posição de cada um sobre as propostas do governo.
Os brigadianos de folga e até mesmo os que estão de férias, mas permaneceram nas cidades onde estão lotados, foram chamados para se posicionar sobre o assunto.
O soldado de Uruguaiana, José Clemente, afirma que os colegas do Interior estão com medo de se manifestar contra a posição do comando, já que as respostas só serão válidas se o PM se identificar.
— As unidades da Brigada em todo o Estado estão recebendo a mensagem dia e-mail para que se faça uma pesquisa, mas não é pesquisa. É uma imposição de coleta de assinaturas para que digamos que estamos de acordo com o reajuste. Nenhum de nós quer assinar o documento, mas a maneira como ele está sendo colocado e como os comandos se dirigem é ameaçadora. Estamos sofrendo uma tortura psicológica por parte do comando — reclama.
A Associação dos Cabos e Soldados da Brigada Militar está no Ministério Público Militar para entrar com representação contra o comandante-geral, coronel João Carlos Trindade, que cobra um posicionamento dos policiais. A reportagem não foi atendida pelo coronel. O comandante da Região Sul, coronel Francisco Valle, nega que os policias estejam sendo coagidos, mas ressalta que omissões não serão aceita.
— Nós estamos informando aos comandantes que divulguem nas unidades para que o pessoal da ativa ou da reserva venha, leia a mensagem e se manifeste a favor ou contra. Não há coação, pelo contrário. A ordem do comandante é democrática, só não queremos omissão — defende.
A consulta foi elaborada porque o comando não considerou representativa a assembleia geral das associações que se manifestaram contra as propostas do Executivo. Os resultados das pesquisas serão enviados pelos comandantes do Interior no final da tarde.
O governo oferece um reajuste de 9% para soldados e elevação da matriz salarial. Em contrapartida, eleva para 11% a contribuição previdenciária dos PMs. Os soldados reclamam que estão sendo pressionados pois o aumento oferecido para os oficiais é de quase 20%. O impasse continua e sem perspectiva de solução para esta semana
terça-feira, 2 de março de 2010
Piso salarial para policiais civis e militares é aprovado em primeiro turno
A medida precisa ser aprovada novamente na Câmara e depois segue para o Senado
A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira, em primeiro turno, proposta de emenda à Constituição (PEC) que institui piso salarial para servidores policiais civis e militares. De acordo com o texto aprovado, a remuneração dos servidores ativos, inativos e pensionistas integrantes das polícias Civil e Militar, incluindo os bombeiros militares será fixada em lei federal.
Pela proposta aprovada, até que a lei federal institua o piso nacional e o índice de revisão anual, o valor para o menor cargo ou graduação (soldado) será de R$ 3.500 e de R$ 7.000 para o menor posto ou patente militar (oficial). A proposta estabelece o prazo de 180 dias após a promulgação para o inicio da implantação do piso nacional.
A aprovação do piso nacional ocorreu após muita polêmica e discussão no plenário da Câmara. Muitos parlamentares chegaram a criticar o comportamento dos policiais de vários estados, que desde as primeiras horas de hoje (2) realizaram manifestações na Esplanada dos Ministérios e nas áreas próximas ao Congresso Nacional, inclusive atrapalhando o trânsito.
Depois de muitos discursos, com elogios aos policiais e criticas pela forma que foi conduzida a manifestação para pressionar os deputados a votarem a PEC, os parlamentares aprovaram uma emenda aglutinativa (reunião dos textos das PECs que tratam da questão salarial dos policiais) pela quase totalidade dos presentes.
Votaram favor 393 deputados e 2 se abstiveram. Os destaques que visam a alterar o texto aprovado devem ser apreciados nesta quarta-feira. A discussão e a votação da PEC foi acompanhada pelos policiais que lotaram a galeria. Também as dependências externas do Congresso foram ocupadas pelos policiais.
A PEC precisa ainda ser votada em segundo turno pelos deputados. Depois será encaminhada para novas votações no Senado.
AGÊNCIA BRASIL
Fonte : ZH
A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira, em primeiro turno, proposta de emenda à Constituição (PEC) que institui piso salarial para servidores policiais civis e militares. De acordo com o texto aprovado, a remuneração dos servidores ativos, inativos e pensionistas integrantes das polícias Civil e Militar, incluindo os bombeiros militares será fixada em lei federal.
Pela proposta aprovada, até que a lei federal institua o piso nacional e o índice de revisão anual, o valor para o menor cargo ou graduação (soldado) será de R$ 3.500 e de R$ 7.000 para o menor posto ou patente militar (oficial). A proposta estabelece o prazo de 180 dias após a promulgação para o inicio da implantação do piso nacional.
A aprovação do piso nacional ocorreu após muita polêmica e discussão no plenário da Câmara. Muitos parlamentares chegaram a criticar o comportamento dos policiais de vários estados, que desde as primeiras horas de hoje (2) realizaram manifestações na Esplanada dos Ministérios e nas áreas próximas ao Congresso Nacional, inclusive atrapalhando o trânsito.
Depois de muitos discursos, com elogios aos policiais e criticas pela forma que foi conduzida a manifestação para pressionar os deputados a votarem a PEC, os parlamentares aprovaram uma emenda aglutinativa (reunião dos textos das PECs que tratam da questão salarial dos policiais) pela quase totalidade dos presentes.
Votaram favor 393 deputados e 2 se abstiveram. Os destaques que visam a alterar o texto aprovado devem ser apreciados nesta quarta-feira. A discussão e a votação da PEC foi acompanhada pelos policiais que lotaram a galeria. Também as dependências externas do Congresso foram ocupadas pelos policiais.
A PEC precisa ainda ser votada em segundo turno pelos deputados. Depois será encaminhada para novas votações no Senado.
AGÊNCIA BRASIL
Fonte : ZH
Plenário aprova PEC sobre piso salarial de policiais
O Plenário aprovou em primeiro turno, por 393 votos e 2 abstenções, a PEC 446/09, do Senado, que remete a uma lei federal a definição de um piso remuneratório para os policiais civis e militares e bombeiros dos estados. Os deputados precisam ainda votar os destaques apresentados ao texto, mas isso ocorrerá a partir de amanhã.
O texto aprovado é de uma emenda assinada por vários partidos. Em seguida, a sessão foi encerrada.
Tempo real:
■22:14 - Plenário encerra fase de discussão sobre salários de policiais
■20:50 - Deputados começam a discutir piso salarial de policiais e bombeiros
■19:54 - Câmara rejeita destaque e conclui votação de mudanças na Lei Pelé
■19:45 - Plenário rejeita contratação de jogador de futebol de 14 e 15 anos
■19:20 - Plenário analisa destaques a projeto que muda a Lei Pelé
■19:05 - Pré-sal: Câmara aprova projeto de capitalização da Petrobras
■18:24 - Pré-sal: relator pede aprovação de duas emendas
■17:13 - Temer diz que há acordo para votar PEC dos Cartórios
■17:06 - Plenário votará capitalização da Petrobras e PEC dos PMs hoje
■16:58 - Plenário inicia Ordem do Dia com capitalização da Petrobras
Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – João Pitella Junior
Fonte : CAMARA FED
O texto aprovado é de uma emenda assinada por vários partidos. Em seguida, a sessão foi encerrada.
Tempo real:
■22:14 - Plenário encerra fase de discussão sobre salários de policiais
■20:50 - Deputados começam a discutir piso salarial de policiais e bombeiros
■19:54 - Câmara rejeita destaque e conclui votação de mudanças na Lei Pelé
■19:45 - Plenário rejeita contratação de jogador de futebol de 14 e 15 anos
■19:20 - Plenário analisa destaques a projeto que muda a Lei Pelé
■19:05 - Pré-sal: Câmara aprova projeto de capitalização da Petrobras
■18:24 - Pré-sal: relator pede aprovação de duas emendas
■17:13 - Temer diz que há acordo para votar PEC dos Cartórios
■17:06 - Plenário votará capitalização da Petrobras e PEC dos PMs hoje
■16:58 - Plenário inicia Ordem do Dia com capitalização da Petrobras
Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – João Pitella Junior
Fonte : CAMARA FED
segunda-feira, 1 de março de 2010
BRIGADA MILITAR FAZ ASSEMBLEIA EM PORTO ALEGRE
No dia 1º de março de 2010 reuniram-se em Assembléia Geral os presidentes das regionais Abamf e Asstbm para avaliar as propostas do governo em relação ao realinhamento salarial da categoria. Estavam presentes ao ato os presidentes das regionais Abamf e Asstbm além de diversos sindicatos do funcionalismo público entre eles o Sindisepe, Cepers e Sindicaixa.
Constituiram a mesa os presidentes Leonel Lucas, Santellano, os presidentes dos Conselhos Deliberativos da Abamf e Asstbm a qual teve a importante adesão do Deputado Estadual Marquinhos Lang.
secretariou os trabalhos o Sargento Ricardo Mauro Agra, Diretor Juridico da Abamf que em um primeiro momento cumprimentou a todos que ali estavam apresentou os Presidentes de Regionais agradeceu a presença de todos. Falaram também Leonel Lucas, Dep Marquinho Lang e Santellano. Santellano deu as explicações necessárias sobre a proposta governamental (desconto de 11% sobre a previdencia) a qual colocada em votação foi rejeitada por unanimidade.
Com todo o cuidado Santellano explicou que temos que ter precaução em relação à Matriz Salarial porque esta pode não ser aplicada, basta não haver superávit. O Deputado Marquinho Lang propôs que a Assembléia autorizasse Santellano e Lucas a fazer negociação dentro de uma proposta de reajuste linear desde que contendo os mesmos indices e aplicado na mesma data, o que foi acatado. Encerrada a Assembléia Geral Lucas agradeceu a presença de todos falou que ninguém exerce pressão sobre as associações e sim as assiciações exercem pressão sobre o governo. Santellano pediu que todos os presentes repassassem aos demais colegas tudo o que foi tratado na reunião. Agra pediu ainda que todos os Presidentes de Regionais ali presentes permanecessem com o efetivo de sua regiao mobilizado permanentemente para o caso de haver necessidade de deslocar até a Capital e lotar as galerias da Assembléia Legislativa em futura votação das propostas.
Com todo o cuidado Santellano explicou que temos que ter precaução em relação à Matriz Salarial porque esta pode não ser aplicada, basta não haver superávit. O Deputado Marquinho Lang propôs que a Assembléia autorizasse Santellano e Lucas a fazer negociação dentro de uma proposta de reajuste linear desde que contendo os mesmos indices e aplicado na mesma data, o que foi acatado. Encerrada a Assembléia Geral Lucas agradeceu a presença de todos falou que ninguém exerce pressão sobre as associações e sim as assiciações exercem pressão sobre o governo. Santellano pediu que todos os presentes repassassem aos demais colegas tudo o que foi tratado na reunião. Agra pediu ainda que todos os Presidentes de Regionais ali presentes permanecessem com o efetivo de sua regiao mobilizado permanentemente para o caso de haver necessidade de deslocar até a Capital e lotar as galerias da Assembléia Legislativa em futura votação das propostas.
Fonte : BLOG VALTEMAN
Policiais militares rejeitam proposta salarial do governo
Contraproposta pede que reajuste seja linear para toda a categoria
Atualizada às 11h46min
Policiais militares em assembleia realizada nesta manhã, na sede da associação de Sargentos, Tenentes e Subtenentes, decidiram por rejeitar a proposta salarial do governo do Estado. O resultado surpreendeu os líderes do movimento dos policiais militares, que esperavam uma decisão mais apertada e dividida por parte integrantes da categoria.
A proposta do governo oferecia um reajuste de 9% para soldados e uma aplicação de R$ 111 milhões na matriz salarial para 2010 e o mesmo valor para 2011, além dos 19% já previstos para os coronéis da Brigada Militar.
Os discursos foram enfáticos dizendo que esta proposta não agrada a categoria, principalmente por prever reajustes em níveis diferenciados para os servidores da Brigada Militar. Foi feita uma contraproposta de manter um reajuste linear para toda a categoria, independente de quanto seja o índice.
Fonte : Zero Hora
Atualizada às 11h46min
Policiais militares em assembleia realizada nesta manhã, na sede da associação de Sargentos, Tenentes e Subtenentes, decidiram por rejeitar a proposta salarial do governo do Estado. O resultado surpreendeu os líderes do movimento dos policiais militares, que esperavam uma decisão mais apertada e dividida por parte integrantes da categoria.
A proposta do governo oferecia um reajuste de 9% para soldados e uma aplicação de R$ 111 milhões na matriz salarial para 2010 e o mesmo valor para 2011, além dos 19% já previstos para os coronéis da Brigada Militar.
Os discursos foram enfáticos dizendo que esta proposta não agrada a categoria, principalmente por prever reajustes em níveis diferenciados para os servidores da Brigada Militar. Foi feita uma contraproposta de manter um reajuste linear para toda a categoria, independente de quanto seja o índice.
Fonte : Zero Hora
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